O Português

O Português

Quem tem olhos para ver Verá!

 

 

Conclusão, o humano e pentagonal, sem sombra de duvidas. (Dedução Geométrica)

 

Outro item apresentado é que a obra dos humanos por conseqüência natural segue a mesma forma que ele tem, em pentagramas.

 

Exemplo, a contagem numérica criada pelo humano não foi diferente de 5.

 

Imagine se o homem tivesse 6 dedos, conseqüentemente sua contagem seguiria o montante de 12 dedos.

Seria normal, e estaríamos acostumados com 12.

Se fossem quatro dedos também sem problema, normal, a totalidade no lugar de 10 seria 8, e também permaneceríamos acostumados com os 8. (lógica)

 

No entanto o humano tem na sua frente duas mãos com 5 dedos cada. É irracional contar diferente de 10. (dedução lógica)

 

Podemos até afirmar, “A quantidade de dedos gerou a base decimal”. (dedução palpável)

 

Vamos numerar os dedos.

 

0, 1, 2, 3, 4,      5, 6, 7, 8, 9                   Dez.

 

0, 2, 4, 6, 8,      1, 3, 5, 7, 9                   Dez

 

Pensando bem, é confortável raciocinar em decimais, e faz tempo que agimos assim! Imagine se os humanos fossem com forma de aranhas, 8 pernas etc.., toda esta conclusões seriam diferentes. (dedução lógica) Ainda bem que não somos.

 

Devemos tomar certos cuidados quando interpretamos a contagem decimal.

Não confundir os números de 1 a 10, como correto. Errado.

 

Isto é um erro por não considerar o zero como ponto inicial de uma contagem.

 

Agora solicito muita paciência com as explicações a seguir, no final grande conclusão teremos.

 

Como esclarecer as serie dos decimais. Vamos iniciar uma contagem.

 

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23 ......

 

Observem o momento que quando a contagem passou de um digito para dois dígitos.

 O inicio desses dois dígitos foi no numero10.

 

Primeira analise sobre contagem de dois dígitos, a serie de 10 até 19 todos os números tinham o numero 1 na frente dos dois dígitos.

 

Vamos colocar cores para melhor visualização.

 

 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19.

 

Veja próxima serie, tem que ser com numero seguinte ao 1, portanto e claro e lógico em usar o numero 2. E ao lado os numero de 0 a 9.

 

É importante seguir passo a passo. Solicito muita paciência.

 

20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29.

 

‘n0, n1, n2, n3, n4, n5, n6, n7, n8, n9.

 

Pergunta-se, “n” varia de 1 a 9?  Não errado.

 

O valor de “n” varia de 0 a 9.

 

Portanto a serie inicial é a seguinte.

 

00, 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 09.

 

Depois, surgi às outras conseqüentes.

10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19.

20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29.

30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39.

40, 41.

Primeiro grupo com dois dígitos, de 00 a 99.

 

 

 

Três dígitos

101, 102, 103, 104..., ficará de 000 a 999.

 

Se, com dois dígitos na serie inicial tem o zero a esquerda. E como diz o ditado, Zero à esquerda não tem valor, daí acostumou-se sem ele. Foi eliminado e erradamente se diz os números decimais são de 1 a 10, como se tivemos contando os dedos. É lógico não possuir o dedo numero zero para contagem inicial.

 

Más não é por causa disso que o zero perde sua posição Gloriosa de inicio da base decimal.

 

Na informática, dentro dos computadores, os programas utilizam bases binárias para troca de informação e outras não decimais e todas iniciam no zero.

 

Veja como fica bem neste exemplo de medidas.

 

-09, -08, -07, -06, -05, -04, -03, -02, -01, 0, +01, +02, +03, +04, +05, +06, +07, +08, +09

 

A escala de temperatura tem seus graus negativos vem subindo ao aquecer, passa pelo valor zero e entra nos graus positivos.

Neste caso o Zero esta lá. Eis o Zero bem colocado.

 

Só para sentir que o zero tem grandeza, veja a diferença entre “-01 á +01” = 2,

 

Imagine o termômetro fisicamente mostrando o valor Zero entre -01 e +01.

 

Tem uma distancia mensurada passando pelo zero, informando 2.

 

Da mesma forma que temos “2” entre “+5 à +7”, justamente o digito +6, lá temos o zero, quando verificamos seu meio (-1 à +1).

 

Outro exemplo, pouco se usado, mas também satisfaz. È a contagem do tempo, lembra nos lançamentos dos foguetes – Contagem regressiva de 10 até Zero, e no tempo zero aciona-se os motores, daí então conta-se todas as fases em segundos que o foguete percorrerá.

 

Aquele Zero no lançamento é justamente o tempo zero nosso o agora se quisemos iniciar um cronômetro medindo algum intervalo de tempo.

 

O instante Zero no cronômetro é justamente o disparo do próprio cronômetro, é o agora, é o já. É o exato momento presente.

O zero pode ter dimensão muito curta - será igual à graduação do cronômetro utilizado.

Os de corrida de carros, Formula 1, tem graduações em milésimos.

 

Voltemos aos decimais – Veja os números negativos com um digito.

-9, -8, -7, -6, -5, -4, -3, -2, -1, 0

------------------------------------à

O positivo com um único digito (sem zero a esquerda) seguiria após o zero, veja.

                                 0, +1, +2, +3, +4, +5, +6, +7, +8, +9

                                                  -----------------------------------------à

Observe a disposição geométrica dos números negativos tem o mesmo zero dos números positivos.

-9, -8, -7, -6, -5, -4, -3, -2, -1, 0, +1, +2, +3, +4, +5, +6, +7, +8, +9

Conclui-se que o Zero é a grandeza posicionada entre meios do tempo passado com relação ao futuro, é o instante agora – O estado de atenção dos humanos. Diria mais ou menos 1 segundo de tempo.

 

Este assunto de tempo Presente tão curto na unidade de cronômetros com altas velocidades. São comentários que detalharei em outro capitulo neste Site do O Português.

 

Voltando na figura do O Português, temos o pentagrama com os numero decimais ao redor.

 

Tracemos um circulo, colocamos as cinco pontas do pentagrama eqüidistantes entre si, e ligamos com retas construindo essa estrela representativa da forma humana na geometria.

Em cada ponta colocamos os números decimais com um único digito.

Existem vários arranjos dos números decimais na estrela.

Em pares e impares, circulando, seguindo os traçados, etc.

Veja figura abaixo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A figura do pentagrama ainda não é exatamente a representação da forma humana, pelo seguinte motivo.

As pontas estão eqüidistantes, tem as mesmas extensões, mesmo comprimento.

Nos humanos temos os braços mais curto que as pernas.

O pentagrama precisa ser ajustado, eliminando essas diferenças entre pernas e braços.

 

E isso que vou mostra agora.

 

Uma breve recapitulação das afirmações até momento.

 

1) A figura humana tem 5 pontas geometricamente falando. Cabeça + dois braços + duas pernas.

 

2) Os dedos também são cinco pontas.

 

3) Os sentidos, audição, visão, olfato, paladar e tato, são cinco.

 

4) A forma humana é Pentagonal.

 

5) Os números são decimais (5 pares + 5 impares), porque é extensão de pentagrama sobre pentagrama. Nós pentagonais construímos e elaboramos nossas contagens também no pentagonal.

 

Se tudo que criamos deve seguir os pentagramas – Porque a linguagem não esta envolvida no nosso raciocínio - Já que as obras são extensões da nossa própria figura humana (pentagonal).

 

Demorei muito tempo, pensando e indagando o alfabeto Português, porque ele não é composto de 25 caracteres, ao invés de 26.

Se fossem 25 caracteres, já estaria fechado meu raciocínio, afirmando o alfabeto e encaixando em grupos de cinco totalizando 25 letras.

 

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z.

São 26 letras. Não se encaixa em cinco e seus múltiplos.

 

Depois de muito tempo, resolvi colocar essas letras ao redor de um circulo, mesmo sendo 26 caracteres.

 

 

Foi aí, minha grande surpresa de encontra o pentagrama encaixado nas vocais do alfabeto. Devemos lembrar as vogais, A, E, I, O, U, são caracteres bem particulares com relação as consoantes.

No idioma Português, case todas consoantes possui uma vogal ao seu lado.

 

Veja como foi à seqüência da analise.

 

Salientei as vogais e interliguei com retas.